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Destaques

Em desenvolvimento - aceitação

Essa sou eu, recentemente. Só Deus sabe quantas vezes tentei tirar uma foto que ficasse bem boa pra mostrar meu trabalhinho de 3 meses e pouco. Sim, eu fiz essa beldade de vestido e depois que coloquei, tirei horas depois porque tinha mesmo. Não ia dormir com ele... Enfim. Vamos falar sobre o meu período de aceitação. Aceitar que sou mignon e que tem poucas roupas que vão caber em mim sem precisar fazer um ajuste aqui e ali. E você, lendo isso, pode achar que é besteira, mas não é não. Esse período começou há um tempo e tem seus momentos de altos e baixos. Por muito tempo não me importei com isso, pra falar a verdade. Foi mesmo após meus 16 anos que comecei a prestar mais atenção e ver que sou magrela mesmo. Por anos, com meus 1,62 m de altura, sempre pesei 47 kg, com suas idas e vindas. Já cheguei nos 39 kg, numa época ruim da minha vida e cá estou eu esbelta com uns 45 kg. Meu sonho é chegar nos 50 kg e manter, hahaha. Mas como com um metabolismo doido que eu tenho? Minha mãe sempre

Como estrangeiros

quinta-feira
Ai de mim, que vivo como estrangeiro em Meseque, que habito entre as tendas de Quedar! Salmo 120.5
Aquele que vive em meio a pessoas de outra etnia, outra língua, outra cultura, outro ambiente, outras tradições, outros hábitos, outros princípios, outro credo sente-se como estrangeiro. Aquele que vive em seu próprio país, mas recebe tratamento apropriado não a um filho da terra, mas a um estranho, também se sente estrangeiro.
Não é fácil viver como estrangeiro. A pessoa fica sempre espremida entre a cultura nativa e a cultura atual, entre a velha história e a nova história, entre o linguajar de ontem e o linguajar de hoje. É um problema desgastante.
O mesmo acontece com os cristãos. Porque todos os pecadores que se refugiaram em Cristo e se identificam com Cristo já não são deste mundo, como Jesus também não é (Jo 17.16). Estamos aqui, porém já não somos daqui. Temos novos critérios, novo projeto de vida, novas obrigações, novos ideais, novos relacionamentos, novo estilo de vida. Daí a exortação de Pedro: “Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo, vocês se abstenham dos desejos carnais que guerreiam contra a alma. Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que [eles] observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus” (1Pe 2.11,12). “A nossa cidadania”, completa Paulo, “está nos céus, de onde esperamos ansiosamente o Salvador, o Senhor Jesus Cristo (Fp 3.20).
É nesse contexto que entra a queixa do salmista: “Ai de mim, que vivo como estrangeiro em Meseque [no Cáucaso], que habito entre as tendas de Quedar [no deserto da Síria]!” Como todo estrangeiro não acomodado, com vontade enorme de voltar à Pátria, o salmista solta o desabafo: “Tenho vivido tempo demais entre os que odeiam a paz”, pois “sou um homem de paz; mas ainda que eu fale de paz, eles só falam de guerra” (Sl 120.5-7).
>> Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

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