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Destaques

Em desenvolvimento - aceitação

Essa sou eu, recentemente. Só Deus sabe quantas vezes tentei tirar uma foto que ficasse bem boa pra mostrar meu trabalhinho de 3 meses e pouco. Sim, eu fiz essa beldade de vestido e depois que coloquei, tirei horas depois porque tinha mesmo. Não ia dormir com ele... Enfim. Vamos falar sobre o meu período de aceitação. Aceitar que sou mignon e que tem poucas roupas que vão caber em mim sem precisar fazer um ajuste aqui e ali. E você, lendo isso, pode achar que é besteira, mas não é não. Esse período começou há um tempo e tem seus momentos de altos e baixos. Por muito tempo não me importei com isso, pra falar a verdade. Foi mesmo após meus 16 anos que comecei a prestar mais atenção e ver que sou magrela mesmo. Por anos, com meus 1,62 m de altura, sempre pesei 47 kg, com suas idas e vindas. Já cheguei nos 39 kg, numa época ruim da minha vida e cá estou eu esbelta com uns 45 kg. Meu sonho é chegar nos 50 kg e manter, hahaha. Mas como com um metabolismo doido que eu tenho? Minha mãe sempre

O blog do George RR Martin

Imagem de Danielle MacInnes em Unsplash

Se tem um blog que inspira e que trás assuntos bem pessoais, principalmente para a mente de um escritor, é o blog Not a blog, do George RR Martin. Vou dizer também que é por causa desse blog que estou escrevendo esse texto aqui, como uma forma de "deixe as palavras fluir, com um assunto, mas deixa fluir". Digo ainda que é bem importante isso acontecer, deixar as coisas fluírem. No caso dele, mais importante ainda.

O que me trouxe aqui hoje, sem dúvida nenhuma, foi o último texto que li dele sobre o debate entre o Trump e o Biden. Eu não sou americana e nem estou por dentro do que está acontecendo nos EUA, mas imagino o perrengue que foi, ainda mais por tudo o que leio e o que falam do temperamento do Trump. Do Biden, não sei muito. Se você sabe, deixa aqui.

Enfim. O texto dele foi uma forma de desabafo do que estava passando na mente dele depois de assistir a um debate na TV entre os dois. E sim, fiquei inspirada pela forma que ele deixou as coisas, que escreveu, a forma que entendeu tudo e como aquilo e o passado dele se conectaram. E foi inspirador tudo isso. Ele aprendeu muito com algo bem positivo que aconteceu quando era jovem. E hoje, num debate importante desses, o completo oposto acontece e ele ficou como? Bravo, extremamente bravo. E desabafou lá, de forma respeitosa.

E lendo, o admirei mais.

E o texto de hoje é sobre isso. 

Dear diary...

Bisous!

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