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Destaques

Em desenvolvimento - aceitação

Essa sou eu, recentemente. Só Deus sabe quantas vezes tentei tirar uma foto que ficasse bem boa pra mostrar meu trabalhinho de 3 meses e pouco. Sim, eu fiz essa beldade de vestido e depois que coloquei, tirei horas depois porque tinha mesmo. Não ia dormir com ele... Enfim. Vamos falar sobre o meu período de aceitação. Aceitar que sou mignon e que tem poucas roupas que vão caber em mim sem precisar fazer um ajuste aqui e ali. E você, lendo isso, pode achar que é besteira, mas não é não. Esse período começou há um tempo e tem seus momentos de altos e baixos. Por muito tempo não me importei com isso, pra falar a verdade. Foi mesmo após meus 16 anos que comecei a prestar mais atenção e ver que sou magrela mesmo. Por anos, com meus 1,62 m de altura, sempre pesei 47 kg, com suas idas e vindas. Já cheguei nos 39 kg, numa época ruim da minha vida e cá estou eu esbelta com uns 45 kg. Meu sonho é chegar nos 50 kg e manter, hahaha. Mas como com um metabolismo doido que eu tenho? Minha mãe sempre

Sobre

Já tentei começar esse texto um milhão de vezes. Inclusive sonhei, escrevendo um pouco sobre esse projetinho. É sim um projeto. Tenho ideias para que ele cresça aos poucos e espero que você fique comigo nessa.

Eu sou uma pessoa reservada, feliz e que gosta muito de aprender de tudo um pouco. Pode me considerar eclética e com crenças bem específicas. Cada um tem uma, exceto quem não tem com o que se apegar. Eu sou apegada, mas na medida para não sofrer quando algo inesperado acontece. Sim, minha mente tenta me proteger de diversas formas. Sou grata a isso por um tempo, e depois nem tanto.

Minha meta é nunca parar de aprender. Nunca parar de fazer um curso, trabalhar, começar e finalizar inúmeros projetos enquanto a crise do impostor não chega, ler, ler muito e discutir sobre as minhas leituras, sejam elas as mais estranhas, loucas e sem conexão possíveis.

Quero aprender mais uns trocentos idiomas, além do inglês (it's good now), francês (c'est très basique) e o espanhol (portunhol, pra ser mais precisa). Um russo aqui, um alemão, talvez? Meu método de aprender é o mais difícil de todos, acredito. Mas, bem, um dia um texto vai surgir desse momento aqui.

Pra enviar sugestões: barbosa ponto divana arroba gmail ponto com.

P.S.: vi uma justificativa para escrever o e-mail de contato assim e achei genial: não quero minha caixa de entrada cheia de spams porque os robots deram uma olhadinha aqui e pegaram o endereço. =)

Bisus!

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